Nietzsche… faltou marketing, cara!

28 05 2008

Cá estamos novamente para discutir a vida deste fabuloso filósofo alemão.

Quanto mais conheço as notoriedades deste ícone da humanidade, mais me desperta a vontade de continuar pesquisando sua vida e obra. Tanto é assim, que até há alguns dias atrás, dizia a quem quisesse ouvir, ”após o mestrado, irei encerrar as atividades intelectualóides”. Hoje não digo o mesmo, pois após o mestrado, vou pesquisar o Nietzsche. hehehe

Como se sabe, Nietzsche não pegava ninguém, e isto gerava uma grande frustração em sua vida. Porém ao analisarmos isto, verificamos que só há uma causa,  a falta de marketing do filósofo. Marketing esse, que não faltou à Hello Kitty, personagem caricaturada que, embora não tivesse boca, nunca deixou de se alimentar, nem de se perpetuar no tempo, através dos inúmeros atributos de consumo.

Mas, esqueçamos as consequências e vamos às causas.

Nietzsche declarava que a dança, o canto, e a poesia, sempre nos transporta para um estado pueril de imaginação, e assim traz o corpo à leveza, às sensações.

Desta forma idealizou o bordão: ” E reputemos perdido o dia em que não se dançou nem uma única vez”. O fato é que todas as mulheres se derretem com esta frase. Cara, vai por mim, elas ficam caidinhas! Se soubesses aproveitar bem isso, não teria nem pra Freud. Assim, pegarias todas as patricinhas de Viena nos dias de semana, já que com tua fama, serias reconhecido por todas as mulheres nos quatro cantos do mundo. Argumentarias assim para os teus amigos filósofos: ” Cara, tem uma festa em Milão na sexta que vai bombá, aí, no outro findi pegamos aquelas  holandesas em Amsterdã. E tu sabe né, que Amsterdã…”. hehehe





O diferencial

22 05 2008

Ontem estive na Chairs. A Chairs é uma daquelas casas noturnas que fazem a nova concepção do conceito vip, existentes nos grandes centro urbanos. Trata-se de um restaurante conjugado com uma boate, destinado para aproximadamente 400 pessoas. Isto mesmo, 400. É aí que está toda a diferença.

O conceito de sofisticação começa ao adquirir a entrada. No meu caso, ouvi na Jovem Pan FM, que o DJ Gui Boratto, autor de Beautiful Life, estaria na casa na data de ontem.

Aí começava o enigma de comprar a entrada.

A propaganda indicava que informações sobre convites, se dariam através do site. Ao entrar na página, não visualizei formas para adquirí-lo, e, somente obtive a informação de como adquirir o cartão de crédito Visa, personalizado pela Chairs, o que daria passe livre. Resolvi enviar uma mensagem para o site, solicitando informações para adquirir o tal convite.

Em um curto período de tempo, recebi o feedback da casa, e me foi enviada a informação de que haviam convites à venda na Conte Freire. A Conte Freire é a Daslu de Poa. Pois bem, fui lá e comprei.

Ontem ao chegar ao local, percebi que muita gente não tinha convite, e não adiantava oferecer R$200,00 para o segurança. Não adianta! Não entra!

Baronetti no Rio, Café De La Musique em São Paulo e Jurerê Internacional, e agora Chairs em Poa, são conceitos novos. Não é somente o dinheiro que conta, mas o network, ou seja, a rede de contatos. A sensação que dá, é que em todos estes casos, os empresários que estão por trás destes empreendimentos, idealizaram um local atraente para se divertirem com seus amigos, fato este que torna o local disputado, cobiçado, diferente.





Quem pode mais, chora menos, né Freud?

18 05 2008

É público e notório neste século, as notícias referentes às “maria-chuteiras”. Todos acompanhamos os casos dos famosos jogadores de futebol que travam uma espécie de swing , juntamente  com  estas mulheres. “Agora a fulana está com este”, “agora tal jogador tá pegando a ‘ex’ do outro, e assim por diante”.

Recentemente foi exibido um comercial muito engraçado, só que referente às “maria-gasolinas”. Quem nunva viu: “Paiê o Tony me chamou de Maria-gasolina”. E o pai prontamente responde: “Comum ou original aditivada”? hehehe

O fato é que, embora poucos saibam, o surgimento destas classes “especializadas”, ocorreu há muito tempo.

Nietzsche e Freud  foram persuadidos pela mesma mulher. Tratava-se de Lou Salomé, que no auge de seus 18 anos, enlouqueceu o então, já enlouquecido Friedrich Nietzsche. É válido destacar que a mãe e a irmã do Nietzsche atrapalharam bastante a vida do filósofo. Porém, o que interessa aqui é o “faro” de Lou Salomé, já que com sua precoce idade, podia visualizar quem era o “cara”. A partir daí, Salomé começou a provocar o Nietzsche, um homem já com quarenta e tantos anos. E Nietzsche foi enlouquecendo, enlouquecendo, sendo internado várias vezes para amenizar suas constantes crises de enxaqueca.

Salomé fulmináva-o com seu olhar. Um olhar que arrebatava o filosófo, de uma menina angelical, mas que transformava a imaginação do filósofo, em um cenário de orgia. Salomé fixava o olhar no filósofo alemão, e dizia a si mesma: “Nietzschê, eu vou te provocá, te provocá, mas não vou te dá!”.

E assim sucediam os dias de Nietzsche, muitas cartas de amor à Salomé, assim como as crises de enxaqueca.

Nietzsche e Freud eram contemporâneos. A diferença era de 10 anos de idade para Nietzsche. Ambos viveram em Viena. Porém Freud, por conhecer as malandragens das técnicas de abordagem, através da psicanálise, visualizou a aproximação de Lou Salomé, e, diferentemente de Nietzsche, consumiu-a. hehehe

Talvez seja por isso que até hoje constatamos: “Freud explica”, e “Nietzsche gera angústia”.





O orgulho de Yeda

15 05 2008

Governadora Yeda Crusius, o que é o Rio Grande do Sul hoje?

Ah, o Rio Grande do Sul embora esteja passando por um momento de dificuldade, é um estado inovador. Posso afirmar que o Rio Grande do Sul é a Tecnopuc, um parque tecnológico altamente competente, onde só há empreendimentos deste porte na Índia e nos Estados Unidos.

Estas foram as palavras da governadora do RS, em entrevista a um programa da Rede Bandeirantes de televisão, logo após ser eleita.

Desta forma, resolvi escrever sobre este parque tecnológico que a cada dia  cresce mais. O marciopoetsch.com está sempre por dentro das novidades da tecnopuc, já que a irmã do marciopoetsch.com trabalha na Dell. :P

A tecnopuc é composta basicamente pela Dell, Microsoft e HP.

Tive a oportunidade de entrar lá duas vezes, já que é uma área restrita e protegida quase que “militarmente”. Conheci os escritórios da Dell, onde trabalham cerca de 500 pessoas. A sensação que se tem, é que se está nos Estados Unidos. Piso emborrachado, escritórios segmentados por divisórias, bandeirinhas decorativas em estilo escolas norte-americanas, além de máquinas de café, refrigerante, etc. Só percebi que estava no Brasil, porque o pessoal de lá coloca bandeirões do Grêmio e do Inter nas divisórias de seus escritórios.

A HP também possui 500 funcionários, e está crescendo muito, necessitando de mais espaço físico, enquanto que a Microsoft possui um número mais limitado de funcionários. Em qualquer uma das empresas, os funcionários identificam seus colegas de outra empresa como “co-irmão”. hehehe Parece rivalidade de time de futebol.

Pois bem, a Tecnopuc está sem espaço. Para isso, está surgindo uma torre de 16 andares no parque tecnológico. Trata-se da Tecnopuc Tower, denominada pelo jornal Zero Hora de “andaime hi tech”. Com ele, o parque terá sua capacidade duplicada.

Há algum tempo, percebo que está cada vez mais difícil de almoçar na Puc, isto sem contar os dias de eventos. A Puc está no limite. Mas, por outro lado, percebe-se que é obra pra tudo que é lado, e que, até mesmo a falta de estacionamento que já existe, já está com os dias contados.

O reitor  já mandou avisar que pra suprir o “andaime hi-tech“, vem aí um edifício garagem.





Made in “mocotó” of Pelotas

5 05 2008

Impressionante! Estava eu, assistindo o programa Mundo S/A do canal globo news, pois me lembrei que quinzenalmente, este é exibido.

Como de praxe, o apresentador anunciou as duas matérias que iriam ao ar, e uma delas me chamou a atenção. Tratava-se da corretora de imóveis número 1 de Nova Iorque, a chinesa Carrie Chiang.

O apresentador destacou a recessão imobiliária em que vive os Estados Unidos, exceto a ilha de manhatan. Este foi o ponto de partida para a explicitação dos valores dos imóveis de luxo, demarcados naquela ilha. Chiang mostrou alguns apartamentos que pretendia vender, e também os valores. Haviam imóveis para a venda desde $2 mi, até $35 mi. (atenção aqui para o almanaque de redação da Folha de São Paulo - mi=milhão). :P

Em seguida apareceram os clientes famosos do qual a corretora havia atendido. Foi destacado Donaldo Trump. “Sintetizando”,  seria o Roberto Justus deles… :) Chiang vendeu seu apartamento por $1,7 mi, mas somente recebeu o pagamento, algo em torno de $1,2 mi, processando o empresário. Foi exibida a capa do jornal Washington Post, sobre o referido caso.

Mas o melhor ainda estaria por vir, :) pois foi destacado na reportagem  que Chiang  começou a trabalhar tarde, já que por 14 anos ficou cuidando da criação de suas três filhas. A repórter destacada para a realização da matéria, que sempre falava em inglês com a entrevistada, relatou que Chiang havia morado no Brasil, mais especificamente em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Fiquei incrédulo e ria sem parar.

Chiang então começou a falar do que sentia falta do Brasil, e destacou o mocotó. Imediatamente interrompi a repórter e disse: “Ah NÃO, se ela falar do mocotó do Cruz de Malta, eu vou pra noite beber”, hehehehe

O fato não se confirmou, mas foi o suficiente pra dar risada.