Cá estamos novamente para discutir a vida deste fabuloso filósofo alemão.
Quanto mais conheço as notoriedades deste ícone da humanidade, mais me desperta a vontade de continuar pesquisando sua vida e obra. Tanto é assim, que até há alguns dias atrás, dizia a quem quisesse ouvir, ”após o mestrado, irei encerrar as atividades intelectualóides”. Hoje não digo o mesmo, pois após o mestrado, vou pesquisar o Nietzsche. hehehe
Como se sabe, Nietzsche não pegava ninguém, e isto gerava uma grande frustração em sua vida. Porém ao analisarmos isto, verificamos que só há uma causa, a falta de marketing do filósofo. Marketing esse, que não faltou à Hello Kitty, personagem caricaturada que, embora não tivesse boca, nunca deixou de se alimentar, nem de se perpetuar no tempo, através dos inúmeros atributos de consumo.
Mas, esqueçamos as consequências e vamos às causas.
Nietzsche declarava que a dança, o canto, e a poesia, sempre nos transporta para um estado pueril de imaginação, e assim traz o corpo à leveza, às sensações.
Desta forma idealizou o bordão: ” E reputemos perdido o dia em que não se dançou nem uma única vez”. O fato é que todas as mulheres se derretem com esta frase. Cara, vai por mim, elas ficam caidinhas! Se soubesses aproveitar bem isso, não teria nem pra Freud. Assim, pegarias todas as patricinhas de Viena nos dias de semana, já que com tua fama, serias reconhecido por todas as mulheres nos quatro cantos do mundo. Argumentarias assim para os teus amigos filósofos: ” Cara, tem uma festa em Milão na sexta que vai bombá, aí, no outro findi pegamos aquelas holandesas em Amsterdã. E tu sabe né, que Amsterdã…”. hehehe




