Ontem fui assistir ao filme Ponto de Vista.
Este filme foi recomendado pelo professor Alex, da Ufrgs. O filme tem tudo a ver com cibercultura, tecnologia, pois é um relato de vários ângulos sobre um acontecimento, dos quais os aparatos tecnológicos tornam-se imprescindíveis.
Nos dias de hoje, permanecemos em constante interação com o computador. Por exemplo: em abril haverá o Fórum da liberdade na Puc. Desta forma, levarei meu lap top, conectarei-me ao sistema wi-fi da Famecos, e levarei minha máquina digital com o cabo. Assim, postarei de lá as palestras do Pedro Malan e do Henrique Meirelles.
O filme Ponto de Vista trata disso.
Trata-se de um atentado terrorista realizado na cidade de Salamanca, Espanha, em que uma multidão protesta fora da Plaza Mayor de cidade, e simpatizantes do presidente norte-americano o aguardam dentro da praça. (Ok, não contarei o filme, isto está na sinopse)
A partir disso, há as mais variadas visões do atentado, destaca-se um sujeito norte-americano que com uma filmadora observa tudo, ou quase tudo.. (Falei demais?)
Confesso que no começo do filme tive dificuldade de concentração, pois remeti-me aos atentados em 2004, em Madri. Naquela ocasião havia deixado a cidade no dia 2 de março, e não conseguia assimilar a conhecida declaração da mulher que falava com sua família pelo celular durante as explosões: “Oiga, oiga, estamos en Atocha, una bomba, una bomba”. Apenas 15 dias antes, lá estava eu contemplando os jardins da bela estação…
Bem, mas isso é só o meu ponto Ponto de Vista.
*Na foto acima, um protesto contra a guerra no Iraque, realizada em Madri -fev. 2004





