
Disciplina: Redação em Publicidade e Propaganda III
Tarefa: Desenvolver um anúncio para um serviço/empresa que não exista em Pelotas
Criação: Márcio Poetsch Ferreira, Mauren Faria
Redator: Márcio Poetsch Ferreira
Mídia: Jornal Diário Popular de Pelotas
Memorial: Trata-se de um anúncio que será publicado antes da inauguração. É um anúncio que serve para “despertar curiosidade” no leitor. Nesta fase não há identificação do que se trata, nem mesmo onde será o empreendimento.
A bandeira do Brasil “estilizada” é para mostra o “diferente”, além da substituição do “ORDEM E PROGRESSO”, pelos “abacaxis”… limões….
(O nome Iça saí é o nome indígena do açaí.)
Conceito do Serviço: Um quiosque de sucos de frutas, localizados em frente ao trapiche(pra variar..HEHE), na praia do Laranjal. Os sucos serão 100% natural, ou seja, sem aditivos químicos.
Anúncio Iça-çaí
30 04 2006Comentários : Nenhum comentário »
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Outdoors PETROBRAS
26 04 2006Disciplina: Desenho Publicitário
Tarefa: Desenvolver uma campanha sobre a conscientização ecológica
Mídia: Outdoor
Cliente:Petrobras
Criação:Márcio Poetsch Ferreira
Redator: Márcio Poetsch Ferreira
Memorial: Sabe-se que o tempo de visualização se um outddor é de 6″, em função da necessidade de concentração no trânsito.
Esta campanha apresenta fotos grandes, com textos curtos, o que favorece a decodificação da mensagem.
O logotipo da Petrobras apresenta as cores amarelo e verde, sendo intermediado pelo branco. Foi nesta mesma ordem que o layout foi produzido, terminando com a tipologia em verde.
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Rótulos
23 04 2006Disciplina: Desenho Publicitário
Tarefa: Idealizar uma embalagem de um produto, que não tenha no mercado.
Invenção: Mauren Faria
Poduto: Embalagem de arroz para pessoas que vivem ou moram sozinhas. (pequena quantidade)
Criação de Rótulos: Márcio Poetsch Ferreira, Mauren Faria
Cliente: Mauren Faria
Memorial: Foram usadas cores que expressam o “trigo de arroz”, ou seja, sua forma natural…; que sai da plantação e vai direto para a mesa de casa. Um produto diferenciado, original, natural,etc.
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CONVITE
22 04 2006Disciplina: Desenho Publicitário
Tarefa: Desenvolver um convite de uma festa temática.. (seja ela qual for.. casamento, formatura, etc..)
Tema: O tema escolhido foi uma festa RAVE.(aniversário do criador)
Criação: Márcio Poetsch Ferreira
Cliente: Márcio Poetsch Ferreira
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Tags: convite, Rave
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Anúncio All Type
21 04 2006A grande maioria dos leitores nunca questionou esta frase, ou melhor, esta música popular, imaginando se tratar apenas de um pensamento filosófico. É exatamente neste ponto que o redator publicitário deve entrar em ação. As frases por mais exatas e precisas que sejam, nem sempre esclarecem aqueles que deveriam esclarecer , ou seja, o leitor.
“Viver não é preciso”! A primeira vez que se ouve, soa como um comentário negativista, de alguém que não se encontra em harmonia com os prazeres da vida, do qual justamente podemos citar “o prazer de navegar”, prazer de estar livre, de estar o tempo inteiro em contato com a água, de deslizar sobre o mar.
Então porque viver não é preciso? Logo perguntamos. Por que alguém em um momento infeliz, “idealizou” um ditado pessimista , e obteve reconhecimento?
A resposta é muito simples.
O autor desta frase usou de tanta precisão, que a comunicação não foi precisa.
Esta é uma linguagem precisamente na forma culta da língua, e não da linguagem coloquial, popular. Uma mensagem só é totalmente válida, quando obtém o retorno do receptor. É desta forma, que se sabe que a mensagem foi decodificada, ou seja, eficaz , eficiente, precisa.
Para ser mais preciso, o “preciso” utilizado na expressão, é o “preciso” de precisão, de exatidão, das coordenadas geográficas, da bússola.
Ainda bem que viver não é preciso, pois, se assim fosse, não haveria emoção, não haveria vida, e principalmente não existiria este anúncio, que é muito preciso.
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Reino Unido sugere evitar voar de Varig (Folha Online)
19 04 2006
O governo britânico começou a alertar seus cidadãos para a crise da Varig, ao sugerir que os turistas que pretendem visitar o Brasil devem buscar outras opções de companhias aéreas.
O FCO (Foreign & Commonwealth Office), equivalente ao Ministério das Relações Exteriores brasileiro, acrescentou, na semana passada, na seção de sua página na internet dedicada a recomendações a viajantes, um tópico específico sobre a Varig –dando erroneamente a entender que se trata da única empresa aérea brasileira.
“A companhia aérea brasileira, Varig, está em sérias dificuldades financeiras. Vários vôos, internacionais e domésticos, foram cancelados ou atrasaram nas últimas semanas. A Varig é uma empresa privada, e o governo brasileiro disse que não irá socorrê-la; há, portanto, um risco iminente de falência. Você deve levar isso em conta quando for fazer uma reserva aérea e considerar opções alternativas”, afirma o texto publicado pelo FCO.
A direção da Varig em Londres se revoltou com o fato. O gerente-geral da empresa para o Reino Unido, Irlanda e Oriente Médio, Mario Bruni, enviou um e-mail ao FCO em que se queixou da publicação. Na mensagem, pede que o órgão revise o alerta e coloque um novo texto no seu site.
“O que eles fizeram não existe. Eles estão se baseando em quê? Teve algum dado oficial? Não teve. É especulação”, disse Bruni.
Segundo ele, o alerta não interferiu no movimento de clientes. “Não houve nenhum cancelamento de reserva. Apenas uma agência e um passageiro que ia viajar nos ligaram para saber como estava a situação.
“O gerente relatou que a operação da rota entre Londres e o Brasil (sete vôos por semana) está normal. O cancelamento de quatro vôos neste mês foi causado, diz, por motivos de manutenção e avisado com antecedência aos passageiros.
Na avaliação de Bruni, há uma cobertura equivocada da imprensa em relação à crise da aérea, que não contempla os motivos reais do problema (causados, afirma, por administrações anteriores) e superdimensiona os seus efeitos.
“A batalha está grande contra os jornais, principalmente. Porque os jornais estão falando um monte de coisas que não são verdadeiras. Disseram que a Varig ia parar na quinta-feira [da semana retrasada], e não parou; depois, que iria parar na segunda, e não parou. E assim vai indo. Quem tem de falar se a Varig vai parar é a Varig”, declarou Bruni.Na semana passada, a crise da Varig se intensificou com a liquidação do Aerus, fundo de pensão dos funcionários da companhia.
Em outra decisão, a Justiça do Trabalho do Rio autorizou o arresto (embargo) dos bens e direitos da Varig, a fim de “blindar” o patrimônio da empresa em caso de falência.
Análise:
Força Pessoal: Ocorre aí um sentimento de perplexidade, em relação à discriminação e a decadência de uma empresa que é considerada um ícone brasileiro.
Força Social: Enquanto “todos” fazem força, ou pelo menos “torcem” para que a empresa se mantenha no mercado resistindo a crise, uma das maiores potências econômicas mundiais sugere “abandonar”, um provável falido. É como a célebre frase do criador do McDonalds: “Se meu concorrente estiver se afogando, vou lá e coloco a “mangueira” em sua boca”. É através deste sentimento de inferioridade, que o jornalista visualiza uma boa pauta jornalística.
Força Ideológica: Encontra-se implicíta na matéria. Está expressa na sugestão do governo britânico à seus cidadãos. “Não utilizem… Está falida…’é a ÚNICA empresa aérea brasileira’.. o governo não irá ajudar’.. enfim é UMA REPÚBLICA DE BANANAS”.
Força Cultural: A notícia tem pertinência, an medida em que a empresa encontra-se enraizada em nossa cultura. “Temos orgulho de usar a VARIG…Temos orgulho de Santos Dumont”.
Força Meio Físico: Todos “somos” ou “seremos” atingidos por isto, direta ou indiretamente.
Força dispositivos Tecnológicos: -
Força Histórica: Trata-se da queda de um Império, diante de nossa vulnerabilidade financeira, em relação aos demais países.
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Fenadoce
11 04 2006Comentários : Nenhum comentário »
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Fenadoce
11 04 2006A Cultura Doceira de Pelotas foi herdada de Portugal através das riquezas trazidas junto com os imigrantes que vieram em meados do século XIX. Os imigrantes portugueses trouxeram em sua bagagem os maravilhosos: ninhos, fios-de-ovos, babas-de-moça, camafeus, papos-de-anjo, canudinhos recheados, pastéis de Santa Clara e outros mais.
Hoje, podemos dizer que os doces de Pelotas são conhecidos em todo o Brasil,e para tanto idealizou-se a FENADOCE.
A Feira Nacional do Doce é o ponto alto do calendário de Pelotas, a maior cidade da região sul do Rio Grande do Sul. É um evento anual que promove a cultura doceira da cidade. Neste ano o evento ocorre do dia 7 até o dia 25 de junho.
A Fenadoce é realizada no Centro Internacional de Cultura e Eventos, localizado no entroncamento da Av. Presidente João Goulart com a BR 116. Pode ser acessada também pela BR 392.
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Análise
5 04 2006Tarefa difícil: Visualização de imagens das dependências físicas de cada curso.
Tarefa mediana: não há o prefixo dos telefones dos diferentes setores da universidade, somente os 4 últimos.
Tarefa um pouco difícil: O atributo “ALT” não explica o conteúdo de determinados assuntos.
Tarefa sem dificuldade: Serviço de busca
Realmente a visualização de imagens dos cursos da UCPel é muito dificil, pois estas imagens são poucas e levam tempo para serem encontradas.
O prefixo dos telefones não é encontrado dentro dos telefeones encontardos no site.
O serviço de busca é facilmente encontrado na parte supeior do site.MARCIO GOMES
CONCLUSÃO:
Conclui-se que o usuário encontrou os mesmos problemas encontrados na heurística.
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Heurística
5 04 2006UCPEL
Heurística 1:
A página principal do portal satisfaz a função e a utilidade do portal.
A página principal apresenta o nome da instituição no canto superior esquerdo, embora em outras páginas, como o da biblioteca e do hospital São francisco de Paula, não se encontram neste mesmo local. F(2) I(1) P(2)
O site apresenta mapa de navegação do portal.
O atributo ALT não é executável neste portal. F(4)I(0)P(0)
Heurística 2:
O portal ocupa menos de 50% da página com conteúdo. Com relação ao espaço sobre a navegação no portal, ele está de acordo, praticamente 20% do espaço na página.
O portal usa vários tipos de fontes, e não somente duas como deveria ser. F(0)I(2)P(0)
Heurística 3:
Só há serviço de busca na página principal do portal, e não em todas, como deveria. F(4)I(0)P(0)
O portal abre janelas adicionais, como é o caso do SAAU.
O portal não restringe a pesquisa dos serviços de busca apenas à seu conteúdo, diferentemente do que deveria ser.
Heurística 4:
Nos resultados de pesquisa do serviço de busca, não há a apresentação dos “melhores” em primeiro lugar. F(0)I(1)P(0)
Heurística 5:
Não há páginas de ajuda para usuários inexperientes. F(0)I(4)P(0)
Com relação: ao não uso do “o” e “0″; não liberar o portal parcialmente pronto; não usar páginas com a expressão “EM CONSTRUÇÃO”; o portal está de acordo.
Heurística 6:
Nã há um estilo padrão para o projeto das páginas. O que há é a variação de layout entre elas. Desta forma, cada página tem um estilo, fazendo que o portal da instituição não tenha uma identidade. São exemplos às páginas da Escola de Comunicação Social, com a página principal do portal. F(4)I(4)P(4)
Heurística 7:
O portal está de acordo com as recomendações da Heurística 7.
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